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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Não sei o que se passa ao certo,...


Não sei o que se passa ao certo, só sei que algo se passa, Dentro de mim jorra uma profunda agonia, uma tristeza sem fim, E ao mesmo tempo uma vontade enorme de ser feliz, São sentimentos contraditórios estes os meus. Sinto-me quase sem vida, mas em mim ainda jorra uma esperança de paz, de amor, de vida. Porquê estes sentimentos tão antagónicos, e como podem eles viver, habitar ao mesmo tempo o mesmo ser - eu? Que fiz eu para viver esta tortura tão horrível, será que durante meu caminhar virei e continuei virando para o lado errado? Será que tentar cuidar de seres que de mim precisam e que mais ninguém têm, me faz assim ficar? Será que me esqueci de mim? Talvez, mas onde estou eu no meio a este emaranhado? O ar falta-me, as agonias aumentam, o coração acelera mas descompassado, a mente diz uma coisa, mas outra metade de mim fala outra, estarei eu enlouquecendo? A morte já a desejei tantas vezes, que perdi a conta, mas acho que nem depois de morrer este coração ou mente irão parar, tudo porque estou ainda muito apegado à vida com esperança e por vezes sem ela. Já vivi tanto, mas perdido fiquei por essa vida, cometi erros, muitos mesmo, mas não me arrependo, paguei por eles e sigo pagando por cada um, se me perguntarem o que mudaria na minha vida, não, não mudaria nada, fiz tudo da minha maneira, da forma que sabia e sigo fazendo o mesmo, seja bom ou mal, mas quem pode dizer que esta é a pior maneira e aquela a melhor?, se não viveu e não calçou meus sapatos? Por vezes acho engraçado, por outras de péssimo gosto me dizerem, tem paciência Álvaro, quando não calçaram os meus sapatos, não sabem os trambolhões que dei para aqui chegar, ou as gargalhadas que dei, as quedas e as vezes sem conta que me levantei, mas têm a a lata de me dizer tens de ter paciência meu amigo, ora essa e eu?, onde fico eu?, onde estou eu?, com 50 anos deixei tudo, perdendo a vida ou não, tomei essa opção, sim foi tomada por mim, mas não venham com: tem paciência amigo. Estou cansado de ter paciência de viver em função da vida dos outros, já nem sei mesmo o que é viver e muito menos amar, vivo feito um robô mecanizado fazendo de tudo e mesmo assim, nada chega para ninguém, por vezes sinto-me o último lixo num grande contentor. Choro, e torno a chorar, e quantas vezes ás escondidas porque quem de mim precisa não precisa de mais tristezas, até de meus amigos omito um montão de coisas, não quero que tenham pena de mim, não sou ave para ter penas, sou um ser humano meio simples meio complicado, coberto de amarguras, tanta coisa omiti eu ao longo destes anos para que ninguém se preocupasse comigo, pois já tinham tanto em que pensar, hoje, meu ser não suporta nem mais um pouco de nada, talvez amanhã, ou depois de amanhã, sim, quem sabe amanhã ou depois de amanhã. Detesto falar de mim, mas quando não encontro outra forma de falar eu escrevo, é uma forma de falar à qual me habituei, sendo de poucas palavras e meus olhos dizendo demais, oculto-os com os mais diversos óculos escuros mesmo quando chove, porque me denunciam, e não gosto de ser traído pelo meu próprio ser, por isso escrevo quando a vontade é grande, quando não suporto nem mais um milímetro de tanta coisa. Enfim, não sei se isto é viver, já nada sei de nada… apenas sigo... até cair um dia.


Álvaro Gonçalves Correia de Lemos

sábado, 25 de novembro de 2017

Quem sou eu?

Quem sou eu? A alegria de quem me ama, a tristeza de quem me odeia e a ocupação de quem me inveja!
 
Autor Desconhecido

sábado, 14 de dezembro de 2013

Sou feito de pedaços...

"...E dentro de mim existe um grande pedaço de personalidade. Existem pedaços de inconstância, de ausência, de música, de paixão. Aqui existem pedaços de saudade, de felicidade, de carência, pedaços de sonhos. Existem pedaços encaixados, e também perdidos. Existe o quente, e o frio. Existem pedaços de sinceridade, de verdade, de realidade, e a tristeza também têm seu lugar. Existe a simplicidade, e a complicação. Existe o silêncio, o perdão, o desejo, e existe o desapego. Existe a loucura, a impulsividade, o perfume, a dúvida. Mas, o amor é o maior dos pedaços. E isso me faz inteiro." 

Autor Desconhecido

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Em alguns dias dói...

“...A tristeza puxa os cabelos, arranha a cara, machuca dentro. E a gente não tem mais nada pra fazer a não ser dizer que tá tudo bem. Porque vai passar, passa. Só que antes de passar maltrata. E, entenda, a pior dor é aquela que ninguém vê. Só ela, a tristeza.”

Clarissa Corrêa

sábado, 2 de março de 2013

“Confissões”

Quando a solidão e a tristeza entram em seu coração e alma, elas causam uma forte dor, dor essa inimaginável, mesmo que você tenha sempre Deus a seu lado, se aqueles que dizem ama-lo se afastam, mesmo sem se darem conta, sem culpa, pois suas vidas também estão atribuladas, mas para você tudo isso não faz sentido, pois para você, a solidão dói, e não há nada pior que a solidão, aí, a dor, aumenta, mas você segue, coloca aquele “sorriso” nos lábios e faz das “tripas coração” para que tudo dê certo, mas quando você chega a casa, e fica a sós consigo mesmo, aí, você tira aquela máscara já usada, suja, imunda, de tão falsa que é, e volta a ser você, um ser em solidão, aí, você já não é mais capaz de disfarçar, porque para você mesmo, a dor é tão forte que nada, nem ninguém que te diga alguma coisa, vai fazer diferença.
Aí seus pensamentos divagam, deambulando de um lado para o outro e você não se sente capaz de parar, passam aquelas “bobagens” pela cabeça e você as afasta como se fugisse do diabo, você pensa em fugir, desaparecer, sumir, evaporar, largar tudo e simplesmente sair por aí sem rumo, sem “dono”, sem nada, mas aí você cai na “real” e vê que não vale a pena nada disso, um dia você vai ter de voltar, e seus problemas vão estar aqui à sua espera e ainda maiores, você vê que aquela pessoa que depende de si quase para tudo, porque a sua mente já não é aquilo que um dia foi, que as forças dessa pessoa já não são quase nenhumas para fazer uma vida normal, que a mente dessa pessoa está a pregar-lhe partidas tão grandes que muitas vezes essa pessoa já não é aquela que você viu ao longo da sua vida, que a agressividade e as acusações que essa pessoa profere contra você não são e nunca seriam vindas dela se não fosse a sua doença, mas os sentimentos esses sim são ainda maiores, suas dores são maiores e que essa pessoa vai sofrer tanto que não vai aguentar essa dor, aí você vê que a única saída é continuar em frente, mesmo que você também já esteja no limite das suas forças e se sinta só, mas você sofre, e continua a sofrer, chega uma altura em que já nem você sabe como tudo começou, se o culpado é você, se foram acontecimentos da vida que se acumularam e você não ligou na hora e foi dizendo para si mesmo, que tudo está bem, mas aí, tudo fica uma bola tão grande que você já não consegue driblar essa mesma “bola” e joga-la pra frente…
Aí a solidão, a tristeza tomam conta de você e por mais que você procure uma saída, você já não a vê com a clareza que veria se tudo estivesse bem.
E os dias vão passando e você vai caindo num fosso tão grande que para sair vai ser difícil, você vai precisar de ajuda, mas quem vai ajudar você?
Se você é crente, você se agarra de “unhas e dentes” à sua Fé, a Deus, e Lhe suplica que o ajude para seguir em frente, para sair desse fosso, mas nem sempre essa solução é suficiente, você já precisa de algo mais e aí você suplica vezes e vezes sem conta a Deus que lhe mostre um caminho, que apareça alguém em sua vida que também o ajude, mas onde está essa pessoa, se você sentiu tudo e todos se afastarem e ao mesmo tempo se afastou você mesmo de tudo, porque para você quando dói, quando a dor é forte, você tem vontade de ficar sozinho mesmo que por um pouco, mas o pouco acaba por se tornar um muito, muito tempo, tempo suficiente para você já não conseguir enxergar nada nem ninguém, mesmo quando alguém se aproxima de você.
Aqui me confesso, hoje, neste momento, não está sendo fácil, mas espero conseguir, afinal não sou de quebrar fácil, sou de vergar, mas quebrar, não, isso não, por isso tenho fé que eu desta vou sair, quando?, não sei.
Por isso vou “sorrindo”…, porque viver ainda assim, é bom, mesmo quando dói…
Esta é a verdade da vida!!!


Álvaro Gonçalves

 
 
P.S. Que me desculpem aqueles 3 ANJOS que apareceram vindos de tão longe e me têm dado um grande apoio nestes últimos dias, se por algum acaso esta "confissão" que aqui faço, os fere, não me levem a mal, pois não estão incluidos nestes seres que dizem amar-me e que no fim, se afastam quando mais preciso, não direi nomes, mas eles sabem quem são e isso é o mais importante, o meu eterno obrigado a esses ANJOS.
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