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domingo, 24 de março de 2019

"Tenho a esperança de viver uma história que eu nunca vivi . Alguém que me ajude a crescer alguém pra somar ou dividir."

Clarice Lispector

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Não sei o que se passa ao certo,...


Não sei o que se passa ao certo, só sei que algo se passa, Dentro de mim jorra uma profunda agonia, uma tristeza sem fim, E ao mesmo tempo uma vontade enorme de ser feliz, São sentimentos contraditórios estes os meus. Sinto-me quase sem vida, mas em mim ainda jorra uma esperança de paz, de amor, de vida. Porquê estes sentimentos tão antagónicos, e como podem eles viver, habitar ao mesmo tempo o mesmo ser - eu? Que fiz eu para viver esta tortura tão horrível, será que durante meu caminhar virei e continuei virando para o lado errado? Será que tentar cuidar de seres que de mim precisam e que mais ninguém têm, me faz assim ficar? Será que me esqueci de mim? Talvez, mas onde estou eu no meio a este emaranhado? O ar falta-me, as agonias aumentam, o coração acelera mas descompassado, a mente diz uma coisa, mas outra metade de mim fala outra, estarei eu enlouquecendo? A morte já a desejei tantas vezes, que perdi a conta, mas acho que nem depois de morrer este coração ou mente irão parar, tudo porque estou ainda muito apegado à vida com esperança e por vezes sem ela. Já vivi tanto, mas perdido fiquei por essa vida, cometi erros, muitos mesmo, mas não me arrependo, paguei por eles e sigo pagando por cada um, se me perguntarem o que mudaria na minha vida, não, não mudaria nada, fiz tudo da minha maneira, da forma que sabia e sigo fazendo o mesmo, seja bom ou mal, mas quem pode dizer que esta é a pior maneira e aquela a melhor?, se não viveu e não calçou meus sapatos? Por vezes acho engraçado, por outras de péssimo gosto me dizerem, tem paciência Álvaro, quando não calçaram os meus sapatos, não sabem os trambolhões que dei para aqui chegar, ou as gargalhadas que dei, as quedas e as vezes sem conta que me levantei, mas têm a a lata de me dizer tens de ter paciência meu amigo, ora essa e eu?, onde fico eu?, onde estou eu?, com 50 anos deixei tudo, perdendo a vida ou não, tomei essa opção, sim foi tomada por mim, mas não venham com: tem paciência amigo. Estou cansado de ter paciência de viver em função da vida dos outros, já nem sei mesmo o que é viver e muito menos amar, vivo feito um robô mecanizado fazendo de tudo e mesmo assim, nada chega para ninguém, por vezes sinto-me o último lixo num grande contentor. Choro, e torno a chorar, e quantas vezes ás escondidas porque quem de mim precisa não precisa de mais tristezas, até de meus amigos omito um montão de coisas, não quero que tenham pena de mim, não sou ave para ter penas, sou um ser humano meio simples meio complicado, coberto de amarguras, tanta coisa omiti eu ao longo destes anos para que ninguém se preocupasse comigo, pois já tinham tanto em que pensar, hoje, meu ser não suporta nem mais um pouco de nada, talvez amanhã, ou depois de amanhã, sim, quem sabe amanhã ou depois de amanhã. Detesto falar de mim, mas quando não encontro outra forma de falar eu escrevo, é uma forma de falar à qual me habituei, sendo de poucas palavras e meus olhos dizendo demais, oculto-os com os mais diversos óculos escuros mesmo quando chove, porque me denunciam, e não gosto de ser traído pelo meu próprio ser, por isso escrevo quando a vontade é grande, quando não suporto nem mais um milímetro de tanta coisa. Enfim, não sei se isto é viver, já nada sei de nada… apenas sigo... até cair um dia.


Álvaro Gonçalves Correia de Lemos

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Não sei o que se passa ao certo, só sei que algo se passa...

Dentro de mim jorra uma profunda agonia, uma tristeza sem fim,
E ao mesmo tempo uma vontade enorme de ser feliz,
São sentimentos contraditórios estes os meus.
Sinto-me quase sem vida, mas em mim ainda jorra uma esperança de paz, de amor, de vida.
Porquê estes sentimentos tão antagónicos, e como podem eles viver, habitar ao mesmo tempo o mesmo ser - eu?
Que fiz eu para viver esta tortura tão horrível, será que durante meu caminhar virei e continuei virando para o lado errado?
Será que tentar cuidar de seres que de mim precisam e que mais ninguém têm, me faz assim ficar?
Será que me esqueci de mim?
Talvez, mas onde estou eu no meio a este emaranhado?
O ar falta-me, as agonias aumentam, o coração acelera mas descompassado, a mente diz uma coisa, mas outra metade de mim fala outra, estarei eu enlouquecendo?
A morte já a desejei tantas vezes, que perdi a conta, mas acho que nem depois de morrer este coração ou mente irão parar, tudo porque estou ainda muito apegado à vida com esperança e por vezes sem ela.
Já vivi tanto, mas perdido fiquei por essa vida, cometi erros, muitos mesmo, mas não me arrependo, paguei por eles e sigo pagando por cada um, se me perguntarem o que mudaria na minha vida, não, não mudaria nada, fiz tudo da minha maneira, da forma que sabia e sigo fazendo o mesmo, seja bom ou mal, mas quem pode dizer que esta é a pior maneira e aquela a melhor?, se não viveu e não calçou meus sapatos?
Por vezes acho engraçado, por outras de péssimo gosto me dizerem, tem paciência Álvaro, quando não calçaram os meus sapatos, não sabem os trambolhões que dei para aqui chegar, ou as gargalhadas que dei, as quedas e as vezes sem conta que me levantei, mas têm a a lata de me dizer tens de ter paciência meu amigo, ora essa e eu?, onde fico eu?, onde estou eu?, que quase aos 50 anos deixei tudo, perdendo a vida ou não, tomei essa opção, sim foi tomada por mim, mas não venham com: tem paciência amigo. Estou cansado de ter paciência de viver em função da vida dos outros, já nem sei mesmo o que é viver e muito menos amar, vivo feito um robô mecanizado fazendo de tudo e mesmo assim, nada chega para ninguém, por vezes sinto-me o último lixo num grande contentor.
Choro, e torno a chorar, e quantas vezes ás escondidas porque quem de mim precisa não precisa de mais tristezas, até de meus amigos omito um montão de coisas, não quero que tenham pena de mim, não sou ave para ter penas, sou um ser humano meio simples meio complicado, coberto de amarguras, tanta coisa omiti eu ao longo destes anos para que ninguém se preocupasse comigo, pois já tinham tanto em que pensar, hoje, meu ser não suporta nem mais um pouco de nada, talvez amanhã, ou depois de amanhã, sim, quem sabe amanhã ou depois de amanhã.
Detesto falar de mim, mas quando encontro outra forma de falar eu escrevo, é uma forma de falar à qual me habituei, sendo de poucas palavras e meus olhos dizendo demais, oculto-os com os mais diversos óculos escuros mesmo quando chove, porque me denunciam, e não gosto de ser traído pelo meu próprio ser, por isso escrevo quando a vontade é grande, quando não suporto nem mais um milímetro de tanta coisa.
Enfim, não sei se isto é viver, já nada sei de nada… apenas sigo... até cair um dia.
 
Alvaro Gonçalves

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Quero...

... um amor sincero para vida toda. Amor de verdade, amor sem idade, amor sem vaidade essa é minha esperança... E nessas minhas andanças, quando nos encontrarmos eu você e o amor…, talvez em uma ou duas danças, nesse dia, a magia será plena e voltaremos de novo a sermos felizes como duas crianças.

Fábio Baptista

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Apaixone-se pela vida…

QUE VOCÊ SEJA ALEGRE,
mesmo quando vier a chorar.
QUE VOCÊ SEJA SEMPRE JOVEM,
mesmo quando o tempo passar.
QUE VOCÊ TENHA ESPERANÇA,
mesmo quando o sol não nascer.
QUE VOCÊ AME SEUS ÍNTIMOS,
mesmo quando sofrer frustrações.
QUE VOCÊ JAMAIS DEIXE DE SONHAR,
mesmo quando vier a fracassar.
E SEJA SEMPRE APAIXONADO PELA VIDA!!!

Augusto Cury


Outro dia dei comigo viajando pela rede ou pela teia (Web), chamo-lhe rede porque adoro ser diferente, nem que seja um pouquinho, dizer ou fazer algo diferente do que esperam de mim, pelo menos de vez em quando, para não cansar muito quem me “escuta”, “vê” ou “sente” e claro, principalmente por mim mesmo que venho em primeiro lugar, pois primeiro temos de vir nós mesmos e depois os outros, senão a “coisa” tende a dar errado mais tarde ou mais cedo, e quem perde sempre mais, é a própria pessoa que deveria ter olhando primeiro para si.
Mas seguindo a conversa que estava tendo convosco, muitos de vós diria, viajar pela net, e foi aí que me deparei com este maravilhoso texto que acabaram de ler. Foi amor à primeira vista pela sua simplicidade, pela sua objectividade e principalmente pela sua mensagem, por isso tinha de o ter, tinha de o guardar, para relê-lo sempre que sentisse necessidade, mas isso de guardar só para mim seria um pouco de egoísmo a mais, daí e embora muitos de vós que por aqui passa já o conheça, nada como voltar a “senti-lo” e para os que nunca o leram, “escutarem” e “sentirem” um pouco de algo tão belo, simples e verdadeiro que vos toque fundo e vos faça pensar um pouco sobre a vida, sobre o ser feliz, pois muitos de nós buscamos a felicidade, mas não nos lembramos que ela vive nas mais pequenas coisas, nos mais pequenos gestos. Eu mesmo, muitas vezes me esqueço de tudo isso, por isso aqui partilho com todos esta doce maravilha que Augusto Cury escreveu com a sua imensa sabedoria.
Ahhhhhhh e não esqueçam, a vida é maravilhosa, mesmo com todos os revezes que encontramos na nossa caminhada, até porque sem esses revezes não aprenderíamos a dar valor a algo de tão belo.
Beijinhos e xi – corações mil a todos que por aqui passam, deixando um pouco de vós, levando um pouco de mim.


Álvaro Gonçalves

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Páscoa, tempo de renascer…

Uma vez mais chegámos á Páscoa, aquela altura em que todos falamos de mudança, de renascer, de libertação, fraternidade, de esperança, de recomeço quais Fénixes renascidas das cinzas.
No entanto vivemos alturas de grandes conturbações, de grandes mudanças, mudanças quase radicais, de miséria, não só em forma de falta de dinheiro e desemprego, mas principalmente de falta de humanidade uns para com os outros, de grande libertinagem, de rezas e romarias que de nada servem senão para fachadas de hipocrisia e cinismo, de idas a missas “batendo no peito” e saindo das mesmas ou até mesmo durante as mesmas falar de beltrano e sicrano, entre burburinhos fazendo rezas das mesmices e coscuvilhices sobre a vida alheia
Mas calma, não se abespinhe já, você que me está lendo, não se sinta ferido, nem se sinta mal por algo tão simples quanto verdadeiro, como tudo que estou falando. E sim, não sou dono da verdade, longe disso, sou apenas um mero ser humano, com tantos defeitos que nem saberia por onde começar se os tivesse de enumerar todos aqui, mas também algumas virtudes, e isto há que saber reconhecer, mesmo que poucas, sei que as tenho, mas afinal sou humano (uma desculpa meio que esfarrapada, mas uma desculpa), no entanto também sou um bom observador como tantos o serão, e diria mais, um realista, pois como tantos outros seres lido diariamente com situações de grande penúria e miséria. Não, não sou perfeito, já mais do que uma vez o disse aqui neste meu perfil, no entanto não consigo calar, não sou de calar, não em momentos que sinto que devo falar, afinal é falando que a gente se entende, muito embora cada vez menos, senão vejamos, quantas e quantas vezes falamos sobre verdades como estas que acabo de falar e logo em seguida, ou na mesma hora estamos fazendo algo que vai contra tudo aquilo que acabámos de falar?
Nossa…, já perderam a conta?, não foi?, eu também, pois é. Todos nós já passamos por todos estes momentos de falar e não fazer o que falámos, dizendo mesmo, faz o que eu digo e não o que faço, já dizia Frei Tomás, no entanto todos assim continuamos vivendo e fazendo o mesmo, até ao dia em que nos acontece a nós, que bate à porta esse “algo” que fizemos aos outros (afinal, não nos esqueçamos, tudo tem retorno, é a lei, a lei do retorno, o que semeias hoje, colherás amanhã), e não falo biblicamente, falo como conhecedor do mesmo. Quantas e quantas vezes essa mesma lei do retorno me fez estragos na vida?, nem sei, perdi a conta, e a você, quantas vezes?, também perdeu a conta?, não foi?, no entanto vivemos fazendo o mesmo como que numa roda viva sem emenda, e depois damos desculpas esfarrapadas e coitadinhos de nós que nada fizemos, pois….., já nem lembramos o que fizemos, mas a verdade é que fizemos senão não estaríamos pagando a “factura” e por vezes uma “factura bem alta”, e aí pagamos, mas lá está, será que nos emendamos?, não, voltamos senão a fazer o mesmo, será algo parecido e aí lá vem a “factura”, e reclamamos. Enfim e assim sucessivamente vamos vivendo ou sobrevivendo nesta vida que nos foi dada de graça e que tanto cobramos, até a quem nos deu essa vida.
Pedimos amor, pedimos saúde, pedimos fraternidade, amizade, felicidade, até dinheiro, pedimos e voltamos a pedir, e quanto damos?, sim, quanto damos aos outros?, isto já para não falar de no mínimo lembramo-nos Daquele que nunca nos abandona, que tantas e tantas vezes nos carrega ao colo durante nossas provações.
Agora chegada a Páscoa, voltamos à carga, após a outra altura de grande hipocrisia, de grande cinismo, o Natal em que também nos enchemos de ar e pompa para “rezar”, ir a missas e tantas outras coisas a que nos negamos fazer no resto do ano.
Deixemo-nos de tretas, deixemo-nos de conversas fiadas, deixemo-nos de piadas, sim, piadas, porque senão são piadas (de mau gosto), então o que são?, eu dizer-vos-ia, mas não quero ser mal educado, não aqui, acho que não o devo, não porque você pode pensar mal de mim, pois isso a mim pouco ou nada me importa, eu sei o que sou, mas porque há uma altura e um lugar para tudo.
Não me quero alongar muito mais, mas não posso deixar de falar uma coisinha mais, algo que vive como que “entalado” nas minhas goelas e cada vez mais me faz entupir a respiração.
Ora vejamos, o ser humano, o quanto ele despreza o seu próprio mundo, não falo dos seus semelhantes, mas do Mundo = Planeta Terra. Este, foi-nos emprestado para vivermos, e quando cá chegamos (nós seres humanos), ele estava impecável, simples, lindo, com todo o seu esplendor, o ar era puro, o verde cobria uma grande parcela do mesmo, outro tanto era coberto por água límpida, planícies lindas de perder a vista com belos e saudáveis animais (supostamente irracionais), e tanto mais ele Planeta Terra nos ofereceu para podermos viver as nossas vidinhas saudavelmente, ofereceu-nos comida, emprestou-nos terra para plantarmos, água para beber e regar os plantios, ofereceu-nos mares de perder “respiração” de tão belos que são, ou eram, e tantas, mas tantas outras coisas ele Planeta Terra nos ofereceu, sem pedir nada em troca, sem nos cobrar absolutamente nada. E nós? Sim, e nós o que fizemos até hoje?
A única coisa que ele, Mundo nos “pediu”, foi que ao deixarmos nossas formas físicas o deixássemos tal e qual ele nos contemplou, para que outras e outras gerações que cá chegassem o encontrassem da mesma forma para poderem também eles usufruírem das mesmas coisas que nós durante as suas vidas. Mas não, nós, os supostamente animais racionais fizemos o quê?, crescemos sim, evoluímos sim, mas a que preço?
Cobrámos, roubámos, poluímos, mal tratamos de várias formas o Planeta e suas belas criaturas ás quais temos o desplante de chamarmos de animais irracionais., serão mesmo eles animais irracionais, ou nós?, que nos julgamos donos de um Mundo, que até já queremos mais ao procuramos outro planeta igual a este como quando o encontrámos, tudo porque dizemos que ele nos mal trata agora, como que numa revolta a Mãe Natureza nos tira algumas vidas para que ela se equilibre diante de tantos e tantos maus tratos.
Pois é, este é o custo que o ser humano tem de pagar pelas suas atitudes de animal irracional.
Agora comparemos um pouco o que nós humanos fazemos ao planeta, ao que fazemos aos nossos semelhantes, não é o mesmo?, claro que sim, sem sombra de duvida, pena é que tenhamos memórias curtas, ou não, e gostemos de nos armar em cínicos e hipócritas e nestas alturas do ano, brincamos um pouco com ao sermos todos tão bonzinhos.
Claro, claro que há excepções, há sempre excepções à regra, graças a Deus, alguns têm ainda consciência de que praticando o bem, nem que seja um pouco o ano inteiro, é sempre o melhor.
Por isso, vamos todos tentar, não somente agora, mas o ano inteiro, dar uma chance de nos melhorarmos, de dizer sim à vida e ao amor, sejamos mais felizes hoje que ontem porque nos conhecemos um pouco melhor.
Difícil?, sim, acredito que será, pois temos o mal muito enraizado, mas tentemos, melhorar um pouco, tenhamos a coragem de renascer.
Uma feliz Páscoa, uma feliz vida.
Um beijo e um xi – coração a todos vós que por aqui passam, que deixam um pouco de vós e levam um pouco de mim.


Álvaro Gonçalves

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Sonhe

Sonhe,
Não deixe de sonhar,
A vida só tem sentido quando você sonha,
Pois o sonho é sempre o inicio de algo,
E pode mudar sua vida,
Por isso,
Sonhe!
Não tenha medo de sonhar,
Pode ser que você não consiga hoje alcançar aquilo que sonha,
Mas decerto um dia quando você menos esperar,
algo vai acontecer,
E quem sabe seu sonho não se realiza.
Por isso,
Sonhe,
Tenha a ousadia de sonhar,
A ousadia de viver, de lutar por aquilo que sonha,
Não perca nunca a esperança,
Um dia você vai encontrar o caminho para esse sonho,
Um dia ele deixará de ser um sonho,
Um dia ele será realidade,
Mas nem por isso deixe de continuar sonhando.
Viva,
Sonhe…
E seja FELIZ!!!!


Álvaro Gonçalves


(Publicado a 18 de Julho de 2007 in Horizonte...o limite, no YouTube a 25 de Março de 2008 e no Recanto das Letras a 26 de Abril de 2008)

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

De Mãos Dadas…
Ainda naquela noite sob um luar lindo e encantador, e após falar-mos um pouco, deixamo-nos levar pela beleza dos sentimentos e emoções, já vividas e ali partilhadas uns com os outros, até que o cansaço nos venceu e aos poucos todos íamos adormecendo num sono onde os sonhos nos levaram a lugares jamais visitados.
Ia já dia quando um a um íamos acordando e reparando que todos traziam em seu rosto um SORRISO, Deus e os Anjos nos haviam visitado, e nos deixado com uma certeza, a de sermos capazes de tudo podermos vencer, de que a UNIÃO faz a força, que juntos seríamos capazes de alcançar até mesmo o chamado de impossível.
Foi aí que vindo de entre nós surgiu uma voz dizendo:
Me desculpem, não posso, não posso mais, não vou conseguir, me desculpem amigos, eu tenho de fazer tudo isto sim, mas só.
Mas meu querido – exclamou outro.
Mas o que sentes?, que se passa?, que dúvidas são essas que te atormentam a alma e o coração?
São incertezas, são vidas vividas, são sonhos destruídos, são medos que não sei explicar, só sei que enquanto dormiam, eu fiquei acordado fingindo dormir.
Mas meu querido, porque não nos acordas-te, nem que fosse um de nós concerteza te ajudaríamos, nem que fosse no silêncio, pois é no silêncio que muitas palavras são ditas e sentidas, por vezes um olhar só já ajuda...
Não quis, acho que esta dor, esta minha confusão toda em meio a medos meus, é só minha e de mais ninguém!
Não meu lindo Anjo, aí é que tu te enganas, pois quando um de nós não está bem isso se reflete nos corações e nas almas dos outros que te amam verdadeiramente como nós, acredita no que te falo, sei do te digo, pois apesar de neste dia lindo eu ter acordado com um sorriso, meu coração e minha alma me falaram que algo estava errado, só não soube o que era na hora, mas agora que sei, deixa-me ajudar-te, deixa-nos ajudar-te, deixa-nos entrar nesse teu mundo, não te deixes levar por algo que temos a certeza que te podemos ajudar, mesmo que em silêncio.
Não, não posso dói demais, sinto-me perdido, tudo em mim está confuso, sei que não vou poder acompanhar-vos nesta caminhada.
Nesse momento se levantou uma brisa suave, o Sol brilhou mais ainda como que lhe dizendo, Estou Aqui Meu Filho, Sou Teu Pai, escuta o teu coração e tua alma, escuta os corações e as almas irmãs que aí contigo estão, elas te ajudarão, bem como EU, fala comigo, não precisas proferir palavra alguma, deixa que teu coração e alma, puros de maldade falem Comigo, Eu te escutarei e contigo Estarei sempre, crê em MIM, tem Fé!
…aí as lágrimas que lhe caiam no rosto secaram, seus olhos brilharam, sua esperança se renovou, sua Fé se fez forte e ele junto com seus companheiros de viajem se uniram, em silêncio e olhando o céu, oraram.
Coração a coração, alma a alma deram as mãos e ali ficaram, as horas foram passando e o dia se fez noite.
Nessa altura uma estrela se destacou de entre tantas, e todos olhámos o céu e agradecemos pelo AMOR, pela UNIÃO, pela HARMONIA e LUZ que ela imanava, pois era Deus, nosso Pai, olhando por Seus filhos nos dizendo, vêem como sempre Estou Presente, nunca vos abandono, nem por um segundo de vossas vidas, creiam em MIM e sigam vosso caminho.
Ai, nesse mesmo instante esse jovem se levantou e olhando todos disse eu sigo convosco, mas me ajudem, pois ainda estou fraco.
E todos em uníssono lhe respondemos:
Sim, meu Anjo, estamos todos juntos em tudo e se hoje és tu quem precisa mais de ajuda, amanhã poderei ser eu.
Ajudas-me nessa altura?
Sim, claro que sim, somos amigos, e como o Álvaro sempre diz, somos amigos Anjos.
Eu lhe respondi:
Pois somos sim, somos todos Anjos, somos todos um, somos todos amigos Anjos, não podemos viver uns sem os outros, nesta vida temos muito ainda para aprender e ensinar uns aos outros, e é na Fé, na esperança que vamos encontrar todas as respostas, e nesta nossa longa caminhada encontraremos de tudo um pouco, encontraremos tormentas que nos deitarão abaixo, mas com Fé e esperança, ouvindo nossos corações e nossas almas conseguiremos ultrapassar tudo, é na nossa UNIÃO que conseguiremos seguir caminho rumo à FELICIDADE tão merecida e desejada.
…de entre a multidão, uma outra voz soou…
Então demos as mãos e sigamos, pois muito ainda nos espera, e não vamos querer perder nada do que a vida tem a nos oferecer.
Sim, sigamos…



Álvaro Gonçalves
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