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sábado, 1 de junho de 2013

Amor Saudade

A noite chega,
E junto a ti quero estar,
Sinto a saudade tomar
conta de mim,
Em meu corpo
sinto prazeres
incontidos.
Desejos de
paixão e luxúria.
Sinto a saudade
de momentos que
juntos passamos.
Sinto a falta do calor
de teu corpo,
Entrelaçado no meu.
Sinto o pranto de meu corpo,
Pelo teu ausente.
Das noites de paixão
que passava contigo.
E quando o sol nascia,
Olhava-mos nos olhos um do outro,
E te dizia,
Fica, fica só mais um pouco…
E tu ali ficavas deitado
com teu corpo em fogo,
Voltavas a uni-lo ao meu
e assim nos amava-mos,
em afagos mil,
O dia todo até que noite volta-se
e mais loucos que nunca
voltávamos a sentir a febre
de nossos corpos
sedentos de amor.

Álvaro Gonçalves


(Por motivos emocionais volto a publicar aqui este meu poema, espero que gostem, beijinhos e xi - corações a todos que por aqui passam deixando um pouco de si, levando um pouco de mim.)

sábado, 10 de novembro de 2012

Amor Saudade

A noite chega,
E junto a ti quero estar,
Sinto a saudade tomar
conta de mim,
Em meu corpo
sinto prazeres
incontidos.
Desejos de
paixão e luxúria.
Sinto a saudade
de momentos que
juntos passamos.
Sinto a falta do calor
de teu corpo,
Entrelaçado no meu.
Sinto o pranto de meu corpo,
Pelo teu ausente.
Das noites de paixão
que passava contigo.
E quando o sol nascia,
Olhava-mos nos olhos um do outro,
E te dizia,
Fica, fica só mais um pouco…
E tu ali ficavas deitado
com teu corpo em fogo,
Voltavas a uni-lo ao meu
e assim nos amava-mos,
em afagos mil,
O dia todo até que noite volta-se
e mais loucos que nunca
voltávamos a sentir a febre
de nossos corpos
sedentos de amor.

Álvaro Gonçalves

sábado, 27 de outubro de 2012

Tu

Caminhavas na noite,
Lento era teu passo,
Quase displicente,
O corpo solto.
Em teus olhos,
O puro prazer,
De mais uma noite,
De desejos incontroláveis.
Senti-me como um louco,
Quando te vi,
Naquele momento,
Serias tu a imagem que eu via,
Ou apenas o desejo
De alguém à muito perdido.
Não pensei duas vezes,
Em teu olhar fixei o meu,
Em meu corpo senti loucura,
e puro êxtase,
Tua imagem me enfeitiçava
Teu cheiro me enlouquecia,
Por momentos esqueci
Se serias tu,
Aquele por quem eu procurava.
Por ti me deixei levar,
Minhas vontades
não as questionei,
Porque perto de ti,
E por momentos,
Deixei de ser dono de mim.
Porque a vida é uma festa,
De puro prazer,
Amor e desejos.

Álvaro Gonçalves

sábado, 20 de outubro de 2012

A Carta

Aqui sentado nesta
mesinha do “nosso café”
junto ao mar,
Aonde muitas vezes passámos
alguns bons momentos,
Escrevo-te estas linhas,
E relembro o amor
que junto vivemos.
Sabes meu amor,
Nunca te esqueci,
Por muitos anos que passem
a saudade não deixa que partas.
Em silêncio minha alma grita por ti,
E meu coração ainda chora
a amargura de não te poder
voltar a sentir.
É difícil esquecer,
Os delírios deste coração,
Por vezes cansado e solitário.
Sabes meu amor,
Por vezes sinto a saudade invadir
este meu corpo que por ti
ainda clama,
Sinto o teu cheiro
a rosa carmim no ar
que ainda me deixa louco
de desejo e me estonteia.
Sabes amor,
A saudade foi a forma
que encontrei para
continuar a amar-te
tão loucamente como
quando junto a mim
estavas.
Hoje aqui sentado
Sei que não virás
ao meu encontro.
Mas mantenho acesa a chama
deste nosso amor.

Álvaro Gonçalves



Hoje trago-vos esta carta poema que escrevi a alguém muito especial e que a principio era para se chamar carta nunca enviada, pois nunca enviei, mas como quando a escrevi senti que estava escrevendo e falando ao mesmo tempo com essa pessoa e também porque perdi essa pessoa para o tempo intemporal, acabei por apenas deixar o nome A Carta, e assim ficou.
Espero que hoje, tu, que me lês e me visitas, me deixes uma palavra, pois sinto a falta de uma palavra amiga, mesmo que seja censurando o que faço, ou digo, desde que seja construtivo, é sempre um enorme prazer poder sentir-te através de tuas palavras e teus sentires, pois as emoções devem sempre florir e fazer-se sentir, mesmo quando dói, deve-se deixar que saia essa dor, para que a bonança venha e o sol volte a brilhar novamente em nós.
Bem hajas tu, que por aqui passas, deixando um pouco de ti, levando um pouco de mim.


Álvaro Gonçalves

sábado, 10 de abril de 2010

IDEALIZA TEU SONHO
Não importa a tua idade,
idealiza um grande sonho,
tão grandioso como o céu.
Que o teu sonho transcenda o teu corpo,
que suba e cresça e se expanda além;
como resplendor, preencha o Universo
e se transforme em asas misteriosas
que te levem a um mundo bem mais alto.
Nas asas do sonho,
os jovens avançam e os velhos se renovam.
Não retenhas as asas do teu sonho.
Imagina a tua grandeza.
Não receies subir demasiado alto,
não hesites, não retrocedas,
não diminuas a ti próprio.
Ao abrires as asas do sonho,
ultrapassas os limites do corpo.
Ainda que o teu corpo seja tão pequeno quanto o pó da terra,
através do sonho tens o poder de te unires
à imensa energia criadora do Universo.
Não permitas que a tristeza te domine;
mas, se te sentes dominado,
ergue-te de novo.
Ainda que o teu sonho seja desfeito,
tens o direito de sonhar de novo.
Imagina que em ti ainda resta
a grandiosa energia.
Para aquele que sonha,
este mundo é sempre um novo mundo.
Não te permitas cair,
mas, se caíres, levanta-te de novo.
Ainda que percas a confiança,
ainda que fracasses naquilo que tentas,
não te permitas cair totalmente.
O sonho é o viveiro da esperança.
No imenso viveiro do sonho
nascem tenros rebentos de esperanças,
e os brotos crescem alimentados pelo sonho.
Desenha na tua mente
o mais brilhante e mais grandioso sonho.
Não te imagines um ser triste e sombrio.
Sabes que a mente é criadora e criativa,
e tu serás exactamente
como te fizeres em tua mente.
Se te imaginares
um ser brilhante e poderoso,
assim tu serás,
pois a mente materializa seu sonho.



Autor: Masaharu Taniguchi



Hoje venho “matar” saudades deste recanto do meu perfil trazendo comigo um maravilhoso texto que vai de encontra a tudo aquilo que sinto, penso e desejo partilhar na esperança de que vos ajude também a seguir em frente nas vossas vidas mesmo quando tudo vos parecer nublado, pois dentro de cada um de nós há sempre aquela maravilhosa energia (por vezes esquecida num recanto do nosso ser), mas que é essencial para as nossas vidas darem um pulo e seguirem em frente.
Por isso não deixem que nada vos abale tanto que percam a esperança em vós mesmos.
Acreditem em vós, mesmo que caiam, mesmo que se percam, se sintam tristes, abalados que a “sorte” vos abandonou, lembrem-se que em vós existe algo que vos fará retomar tudo de novo e seguir em frente.
Beijos a todos aqueles que por aqui passam, que deixam um pouco de si e levam um pouco de mim.

Alvaro Gonçalves

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Teu corpo É desejo,
É cobra que no meu se enrola
Volúpia minha.

Teu corpo,
Prazer, satisfação,
Alegria.

Teu corpo,
Fonte onde bebo,
Onde mato minha sede.

Teu corpo,
Fonte de deleite,
Pecado meu.

Teu corpo,
Fonte de desejo,
De amor e paixão.

Teu corpo no meu,
Prazer inesquecível,
Memória inapagável.


Álvaro Gonçalves


(publicado no Recanto das Letras a 5 de Junho de 2008)

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Delirio
Teu corpo,
Meu desejo,
Rosa em flor,
Espiga de trigo desfolhada,
Teu corpo,
Perfume de jasmim,
Teu corpo,
Rio de desejo,
Onde me perco,
E me encontro,
Teu corpo nu,
Diante de mim,
Poente e expoente,
Indescritível a cada olhar e sentido.
Teu corpo,
É o tudo e o nada,
Teu corpo,
Flor de laranjeira,
É perfume que me estonteia,
É amargo de boca,
Teu corpo,
Ilha de encantamento,
Onde meu corpo em delírio encontra afago.


Álvaro Gonçalves
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