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quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Amor...


Corpo de linho,
Meu amor,
Teu amor,
Juntos esculpíamos um só.
De dois, um ficava.

Olhos de doçura,
Feitos de mel,
Ceara colhida,
vida que te dei...

Coração de amor,
tecido ao Sol de Inverno,
ambos unidos,
contra dor do frio,
que em mim guardou segredo,

Segredo do teu coração,
só eu o sei,
 coração de Sol,
me aquece,

Em tempos idos,
me deste teu coração,
hoje sofro de um frio,
dei meu coração,
para quê,
se tu, partiste.

Meu corpo de linho,
coração frio,
falta de teu amor,
de que serve me entregar...

Sabe Deus o que vivo,
Desejo interminável,
Sonho vivido e amado,
tudo que dei,
onde estás amor...


Álvaro Gonçalves Correia de Lemos

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Os anos passaram, mas aquele que conheceram, ainda vive cá dentro...

(Desliguem o player no final do blogue para escutar e prestar melhor atenção a este vídeo, que também podem encontrar no meu Youtube)
Os anos passaram, mas aquele que conheceram, ainda vive cá dentro e vai voltar de uma forma ou de outra.
 
Álvaro Gonçalves Correia de Lemos Aka Álvaro Gonçalves

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Não sei...

“... Se a vida é curta
 Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura... Enquanto durar”

Cora Coralina

sábado, 20 de outubro de 2012

A Carta

Aqui sentado nesta
mesinha do “nosso café”
junto ao mar,
Aonde muitas vezes passámos
alguns bons momentos,
Escrevo-te estas linhas,
E relembro o amor
que junto vivemos.
Sabes meu amor,
Nunca te esqueci,
Por muitos anos que passem
a saudade não deixa que partas.
Em silêncio minha alma grita por ti,
E meu coração ainda chora
a amargura de não te poder
voltar a sentir.
É difícil esquecer,
Os delírios deste coração,
Por vezes cansado e solitário.
Sabes meu amor,
Por vezes sinto a saudade invadir
este meu corpo que por ti
ainda clama,
Sinto o teu cheiro
a rosa carmim no ar
que ainda me deixa louco
de desejo e me estonteia.
Sabes amor,
A saudade foi a forma
que encontrei para
continuar a amar-te
tão loucamente como
quando junto a mim
estavas.
Hoje aqui sentado
Sei que não virás
ao meu encontro.
Mas mantenho acesa a chama
deste nosso amor.

Álvaro Gonçalves



Hoje trago-vos esta carta poema que escrevi a alguém muito especial e que a principio era para se chamar carta nunca enviada, pois nunca enviei, mas como quando a escrevi senti que estava escrevendo e falando ao mesmo tempo com essa pessoa e também porque perdi essa pessoa para o tempo intemporal, acabei por apenas deixar o nome A Carta, e assim ficou.
Espero que hoje, tu, que me lês e me visitas, me deixes uma palavra, pois sinto a falta de uma palavra amiga, mesmo que seja censurando o que faço, ou digo, desde que seja construtivo, é sempre um enorme prazer poder sentir-te através de tuas palavras e teus sentires, pois as emoções devem sempre florir e fazer-se sentir, mesmo quando dói, deve-se deixar que saia essa dor, para que a bonança venha e o sol volte a brilhar novamente em nós.
Bem hajas tu, que por aqui passas, deixando um pouco de ti, levando um pouco de mim.


Álvaro Gonçalves

domingo, 16 de outubro de 2011

Ama-me

Ama-me com loucura,
Sente-me com prazer,
Faz-me teu,
Possui-me como um dia o fizeste.
Não resistas,
Ama-me,
Deixa que meu corpo sinta
uma vez mais o teu,
Ama-me com capricho,
Deixa que o mundo nos
tome uma vez mais.
Ama-me,
Deixa tuas mãos
percorrem meu corpo,
Quero ser teu uma vez mais,
Beijar teu corpo,
Sentir a magia deste momento.
Ama-me,
Deixa que teu corpo
se una ao meu,
Com paixão,
Com desejo,
Com loucura,
Ama-me,
Desfruta-me,
Seduz-me,
Deixa que nossos corpos se
unam numa dança sem fim,
Ama-me,
Toca-me,
Rega meu corpo com a doce
loucura da nossa paixão,
Ama-me,
Provoca em mim o desejo,
O delírio,
A luxúria
Ama-me,
simplesmente como eu te amo.


Alvaro Gonçalves
(publicado no
Recanto das Letras)



Meus queridos, hoje volto aqui uma vez mais, desta vez para vos dar a conhecer um dos meus últimos poemas, Ama-me, assim se chama tal como já tiveram oportunidade de ver e ler, espero que gostem. Mas também aqui passo para vos dizer um OLÁ com carinho e muito amor e amizade, pois faz tempo que não o fazia e a saudade já apertava o coração.
Um beijinho e um xi – coração bem grande a todos que por aqui passam e deixam um pouco de vós e levam um pouco de mim.

Alvaro Gonçalves

quinta-feira, 23 de abril de 2009

VemAbraça-me,
Sente meu corpo junto ao teu,
Deseja-me como se nada
mais houvesse,
Sente meu cheiro,
Impregnando tua pele,
Abraça-me,
Deseja-me,
Ama-me.
Sacia minha sede,
Com o licor que de teu corpo jorra,
Deixa tuas mãos percorrem meu ser,
Quero redescobrir a luxúria,
Voltar a sentir a vida,
Renascendo em mim.
Sem pressas,
Nem desencontros,
Abraça-me,
Vem sentir o meu desejo,
A minha loucura,
A vida que em meu ser
Se transforma a cada toque
de tuas mãos.
Vem…
Sentir meu coração descompassado,
Em meu corpo ardente de paixão.
Abraça-me,
Deixa que teu desejo mais louco
me possua.
Vem brincar, fazendo amor,
Vem sentir o mel que sacia teu desejo.
Abraça-me,
Deixa que nossos corpos
se unam uma vez mais,
Em delírio, insinuando promessas
de amor, desejo e paixão.


Álvaro Gonçalves

(Publicado no Recanto das Letras e no YouTube a 17 de Abril de 2009)

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Teu corpo É desejo,
É cobra que no meu se enrola
Volúpia minha.

Teu corpo,
Prazer, satisfação,
Alegria.

Teu corpo,
Fonte onde bebo,
Onde mato minha sede.

Teu corpo,
Fonte de deleite,
Pecado meu.

Teu corpo,
Fonte de desejo,
De amor e paixão.

Teu corpo no meu,
Prazer inesquecível,
Memória inapagável.


Álvaro Gonçalves


(publicado no Recanto das Letras a 5 de Junho de 2008)

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Delirio
Teu corpo,
Meu desejo,
Rosa em flor,
Espiga de trigo desfolhada,
Teu corpo,
Perfume de jasmim,
Teu corpo,
Rio de desejo,
Onde me perco,
E me encontro,
Teu corpo nu,
Diante de mim,
Poente e expoente,
Indescritível a cada olhar e sentido.
Teu corpo,
É o tudo e o nada,
Teu corpo,
Flor de laranjeira,
É perfume que me estonteia,
É amargo de boca,
Teu corpo,
Ilha de encantamento,
Onde meu corpo em delírio encontra afago.


Álvaro Gonçalves
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